domingo, 17 de abril de 2016

Relação sexual nova max

Além disso, o desejo sexual parece ser prontamente condicionado e “roteirizado” a sugestões tanto aprovadas quanto proscritas em âmbito social. Não causa surpresa que, à luz dessa última observação, nos dias atuais se observe um número cada vez maior de homens e mulheres rotulados de “viciados” em sexo devido a sua busca obsessiva e às vezes compulsiva de relações sexuais convencionais e não convencionais.

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interessante que questões sobre o interesse sexual excessivo (desejo hipersexual) tenham agora se juntado ao rol de queixas sexuais apresentadas aos terapeutas. Finalmente, deve ser reconhecido que as motivações ou os incentivos para iniciar ou responder a um convite ou uma proposta sexual são bastante variados. Em um estudo inteligente e instigante conduzido por Meston e Buss (2007), foram levantadas 237 possíveis razões para se fazer sexo, as quais variavam da espiritual (“Eu queria fi car mais perto de Deus”) à instrumental (“Eu queria experimentar prazer físico”). impotencia sexual Uma grande amostra de universitários (N = 1.549) avaliou o grau com que cada uma das 237 razões promovia nesses estudantes a realização de relações sexuais. Por meio de análise fatorial, foram observados quatro fatores principais e 13 subfatores, a saber: razões físicas (redução do estresse, prazer, desejo físico e busca de experiência), realização de meta (recursos, condição social, vingança e utilitário), aspectos emocionais (amor e compromisso e expressão emocional) e insegurança (elevação da autoestima, dever/pressão e proteção do parceiro). orgasmo 


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A pesquisa tem demonstrado repetidas vezes que desejo, excitação e a presen- ça ou ausência de comportamento sexual nem sempre coincidem nas mulheres. Em 2003, Weijmar Schultz e Van de Wiel indicaram que, apesar de relatos sobre sensações genitais negativas, dor e desejo diminuído de mulheres que tinham experienciado câncer cervical, tais relatos não eram estatisticamente diferentes em termos de frequência e motivação para interação sexual daqueles de mulheres da mesma idade integrantes de um grupo-controle. impotencia sexual   força muscular

Esses autores especularam se o “etos do amor” das mulheres tornou-as mais inclinadas a se adaptarem aos desejos de seus parceiros. Obviamente, também é possível que a ameaça de perder um amante, bem como de punição ou abuso, possa levar muitas mulheres frágeis ou medrosas a se sujeitarem a interações sexuais, apesar da falta de desejo. Sem dúvida, o conhecimento de que uma experiência sexual ocorreu não revela qualquer dado sobre o desejo que a acompanhou ou os diferentes motivos, nem sempre sexuais, para sua realização. Trat e Transt do Desejo Sexual.indd 19 rat e Transt do Desejo Sexual.indd 19 03/08/2011 07:58:29 3/08/2011 07:58:29 20 Sandra R. Leiblum DESEJO SEXUAL: MUITO PEQUENO, EXCESSIVO, MUITO DIFERENTE OU ADEQUADO?

 Em alguns aspectos, as queixas de desejo sexual lembram a experiência dos três ursos que entram em um chalé na fl oresta e encontram três camas. “Muito grande”, anuncia Mamãe Urso, olhando uma das camas; “Muito pequena”, diz o Papai Urso, testando outra; “adequada”, declara o Bebê Urso, enquanto pula sobre a cama média. Mesmo os pacientes não sendo ursos (exceto alguns quando fi cam desapontados), os problemas de desejo com frequência se enquadram nessas categorias – muito pequeno ou excessivo. O TDSH, ou “muito pequeno”, é a queixa mais comum apresentada aos médicos em geral por um paciente decepcionado que busca maior frequência sexual e certamente um parceiro mais entusiasmado

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