domingo, 31 de janeiro de 2016

Medico cardiologista

a detecção de vários casos de tuberculose óssea, provocando lesões dos
corpos vertebrais, resultando em cifose e corcoveamento da coluna, lesão
conhecida como mal de Pott.
A magia fazia parte proeminente da vida social e religiosa dos
egípcios. Afetava não somente as relações dos homens com seus vizinhos,
como também com os mortos e os deuses. Segundo eles, a magia era um
meio de conseguir o atendimento às suas necessidades e aos seus desejos.
A doença era vista como sendo conseqüente à possessão de um
demônio, ou de um veneno que o ser maligno haveria introjetado no corpo
da vítima. Uma vez instalado, o demônio adoeceria a pessoa e o que o
médico deveria procurar fazer, primeiramente, era expulsar o invasor.
Nos papiros médicos, intercalados com as prescrições de drogas,
pode-se observar a citação de palavras mágicas, que serviriam para dar
maior eficácia aos remédios.
Alguns destes “medicamentos”, ou procedimentos, seriam mero
absurdo, não fosse a sua própria explicação lógica. É o caso da coproterapia,
a ingestão de excrementos prescrita como forma de expulsar o espírito
maligno que habitava o corpo do doente. cardiologista

Enquanto os babilônios acreditavam ser o fígado a sede da vida e
o centro da circulação do sangue, os egípcios consideravam a respiração
como a função vital mais importante, e admitiam a imagem do ar móvel, o
pneuma, como o seu princípio essencial. pneumologista
O conhecido culto aos mortos, com avançadas técnicas de
embalsamamento, devia-se à crença na existência da vida após a morte, e
para isto se exigia a conservação do corpo morto da melhor forma possível.
A prática de embalsamamento consistia no seguinte: retirava-se primeiro
o cérebro, e em seguida fazia-se uma abertura no abdômen, com uma faca
afiada, para a retirada de todas as vísceras da cavidade, que depois era
cheia com mirra, folhas de cássia e outras resinas misturadas ao incenso,
fechando-se o cadáver, em seguida, por meio de costura. cirurgia plastica

Depois o corpo era imerso em soda natural, por setenta dias. Em seguida
era lavado, envolvido em ataduras feitas de bisso, com uma camada de
goma. Finalmente, o corpo era entregue à família, que o colocava em caixão
de madeira, em forma humana, para mais tarde ser colocado na câmara
mortuária. nutricionista

Depois de mortos, os faraós eram enterrados com todos os que os
rodeavam, para que continuassem servindo-os na outra vida. Armazenavam,
junto com as suas tumbas, alimentos e grandes tesouros na crença de
continuar desfrutando, após a reencarnação, de tudo com que se haviam
acostumado.

A medicina egípcia combinava o racionalismo empírico com o
misticismo. Os egípcios tiveram um elevado grau de progresso no campo da
higiene. Detalhamentos eram feitos para o sepultamento dos mortos e
regras estritas existiam orientando a limpeza das habitações, o preparo de
refeições e até para as relações sexuais. Toda a vida dos egípcios era
regulada por leis precisas, revestidas sob a forma de elementos religiosos.
Na medicina egípcia, muitas vezes os regulamentos religiosos e as
recomendações higiênicas se confundem.

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