domingo, 31 de janeiro de 2016

medicina neutral

A acupuntura utiliza agulhas de ferro, prata ou ouro, de dimensões variáveis,
que são introduzidas na pele, em alguns dos 360 pontos distribuídos em doze
meridianos - ou trilhas nervosas - que percorrem o corpo e transmitem a energia
vital, ou chi .
A cada território da pele corresponde um componente interno (víscera, osso,
articulação), partindo daí a correspondência entre os meridianos e a busca do
equilíbrio que a acunputura procura restaurar, já que para os chineses tudo que
existe no universo se encontra associado.
A orelha possui uma estrutura energética ligada diretamente aos órgãos,
segundo os acupunturistas. Existem 200 pontos auriculares. Colocadas nestes pontos
auriculares, as agulhas produziriam um grande efeito terapêutico.
No final, a acupuntura busca o restabelecimento do equilíbrio entre os dois
princípios opostos da vida, deixando extravasar o excesso de um ou de outro, e
reativando as conexões bloqueadas. As picadas das agulhas também liberam
substâncias analgésicas, as endorfinas, que elevam a tolerância à dor.
A moxibustão utiliza os mesmos meridianos da acupuntura, mas ao invés de
agulhas se aplica calor através de um canudo de papel, onde a erva seca da
artemísia é queimada. clinica dentaria

Hoje reconhecida como especialidade médica, a acupuntura tem sido
empregada para tratar desde problemas da coluna vertebral até a ansiedade. A
analgesia obtida pela acupuntura é considerada atualmente uma alternativa mais
adequada do que a obtida pela anestesia da medicina ocidental para pacientes
idosos, ou com alguma doença de base grave, e que precisem se submeter a algum
tipo de cirurgia. médico oftalmologista  médico ginecologista

No século XX, foi desenvolvida no Japão uma nova forma de tratamento, o
shiatsu, que combina a estimulação manual com pressão sobre os pontos de
acupuntura, e meditação para relaxar o corpo e tratar a dor crônica.
Os chineses foram os introdutores da medicina legal, no ano de 1247 da era
cristã, quando o juiz Sung Tzu apresentou um tratado básico envolvendo a medicina
e o direito intitulado Hsi Yüan Lu (Instruções aos Magistrados responsáveis pelas
investigações de mortes suspeitas de serem crimes). médico urologista

 O livro continha informações
para a verificação precisa dos sinais presentes nas diferentes causas de morte não
naturais, como afogamento, envenenamento, estrangulamento, lesões por objetos
pontiagudos ou por contusões. Apresentava, ainda, métodos para se perceber as
diferenças entre os suicídios e os homicídios, além de conter instruções sobre
respiração artificial e até o uso de antídotos contra alguns venenos.

A arte mesopotâmica de curar
O primeiro texto médico da civilização ocidental surgiu na terceira dinastia de
Ur, de 2.158 a 2008 a. C., na Mesopotâmia, onde hoje é o Iraque. Trata-se de uma
tábua de argila dos sumérios, onde se recomendava, para o tratamento de feridas, a
associação de vinho, ameixas secas, zimbro (planta da qual se extrai o gim) e
bastante cerveja. Esta mistura era, depois, mantida junto ao corpo, como um
emplastro.

Nenhum comentário:

Postar um comentário